Coluna | Viver Consciente
Willes S. Geaquinto
Psicoterapeuta Holístico, Consultor e Palestrante Motivacional, Escritor - Autor dos livros "Cidadania, O Direito de Ser Feliz” e Autoestima – Afetividade e Transformação Existencial

Interatividade: Os textos desta coluna expressam apenas a opinião do autor sobre os assuntos tratados, caso o leitor discorde de algum ponto ou, até mesmo, queira propor algum tema para futura reflexão, fique a vontade para comentar ou fazer a sua sugestão.

Site: www.viverconsciente.com.br
Responsabilize-se pela sua história
18/10/2012
O medo de romper com padrões comportamentais inadequados, de assumir deficiências visando o aprimoramento futuro, de confrontar o cômodo e desinteligente “está ruim, mas tá bom” torna obscuro para muitos a compreensão do que venha a ser felicidade, bem-estar ou sucesso. Inda mais, quando essas conquistas têm sido relativizadas pela falta de ousadia em ir além das definições simplistas contidas em fórmulas aparentemente mágicas contidas em pseudofilosofias existenciais, manuais de autoajuda ou abordagens similares. E pelo andar da carruagem muito pouco irá mudar, a prevalecer a opção pelo ilusório e medíocre modo existencial amparado apenas em conquistas materiais, mundanas e egóicas que, pela efêmera duração que possuem, causam muito mais frustrações que autorealização e prazer.

O homem é prisioneiro de si mesmo. Nada o prende, embora, às vezes, ele insista em não acreditar nisso pelo simples temor de ser livre e responsável pela sua própria vida, pelos seus sucessos e fracassos... A permanecer assim não terá do que reclamar, já que, por ignorância ou não, tem abdicado de aprender a utilizar suas reais potencialidades por pura preguiça mental, principalmente.

Acredite. Sempre valerá a pena fugir à mesmice dominante, ousar criar e fazer o novo, mesmo que seja “tomar banho de chapéu, ou discutir Papai Noel”, como já dizia Raul Seixas. Os medos nada mais são do que condicionantes criadas pela cultura do limite e pela ausência de conhecimento para distinguir o que é belo, bom e duradouro, daquilo que é ilusório, efêmero, frustrante e desprazeroso.

O tempo não espera. Sendo assim, este é o momento oportuno de compreender que só reclamar não é o suficiente, dado que é preciso mudar, romper com a inércia, abandonar de vez o casulo do conformismo e da indiferença, para dar asas à coragem e a responsabilidade de ser o sujeito principal da sua própria história.

Boa Reflexão e viva consciente.

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