Notícias | Geral
21/05/2018 - 11:08:04
Caminhoneiros fecham estradas da região em protesto nacional pelo preço do combustível
Da redação
Foto: Reprodução EPTV
(Foto: Reprodução EPTV)
Um grupo de caminhoneiros realizam protestos em rodovias do Sul de Minas na manhã desta segunda-feira (21). Os manifestos fazem parte de um movimento nacional contra a alta no preço do diesel. Na região, foram registradas paralisações em pelo menos três rodovias - Fernão Dias, BR-265 e BR-491.
 
Na rodovia Fernão Dias, a manifestação foi na região de Lavras, na altura no quilômetro 690, onde há interdição parcial. Em um trecho próximo ao Sul de Minas, em Oliveira, há interdição parcial sentido Belo Horizonte, no quilômetro 617.
Os caminhoneiros também pararam na BR-265, no trevo de acesso a Santana da Vargem. Os caminhões começam a parar no quilômetro 413. 
 
 
Já em Varginha, na BR-491 sentido Três Corações, próximo da Walita, a manifestação começou às 7h e paralisou a pista nos dois sentidos. Ainda na BR-491, em Elói Mende, há outro ponto de manifestação.
 
Diesel inviável
 
Para o presidente do Sinditac de Minas, Antônio Vander Silva Reis, que está acompanhando os protestos no estado, o que tem sido cobrado de combustível está inviabilizando o trabalho dos caminhoneiros. “O aumento é absurdo, tem lugar que o diesel, que custava cerca de R$ 2,70 há seis meses, está custando R$ 3,70 ou R$ 3,80. O preço está chegando aos R$ 4”, disse. 
 
Segundo Antônio Vander, o impacto na atividade de quem trabalha com fretes é enorme, pois o preço pago pelos contratantes dos serviços não mudou. “Não tem mais condições de rodar. Hoje o combustível já está ultrapassando em 60% o valor do frete”, conta. 
 
Se um motorista pega um serviço de transporte de mercadoria por R$ 1000, são R$ 600 destinados somente ao combustível. Na avaliação do sindicato, uma conta justa seria de três por um. Ou seja, se o gasto com o diesel for de R$ 600, o motorista deveria receber R$ 600 pelo serviço e mais R$ 600 pelo desgaste do veículo. 
 
Motoristas nas estradas
 
O presidente do Sinditac-MG afirmou que a orientação aos motoristas foi ficar em casa e não soube dizer quais serão os procedimentos nas manifestações. “Essa greve partiu dos próprios caminhoneiros, então não tem como a gente dizer como vai ser conduzido”, afirmou. 
 
O movimento dos caminhoneiros em Minas Gerais começou por volta das 23h30 de domingo nas BRs já nas alturas de Barbacena, Matias Barbosa e Juatuba. 
 
Na sexta-feira pela Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam)  chamou os motoristas a participar de uma paralisação a partir das 6h desta segunda-feira. O principal motivo é a alta de preço no óleo diesel. Até o momento, o governo federal não sinalizou com resposta sobre as reivindicações da categoria. 
 
Os caminhoneiros pedem a retirada dos encargos tributários cobrados sobre o óleo diesel. Também querem a isenção da Contribuição sobre Domínio Econômico (Cide) sobre a venda do óleo diesel usado pelos transportadores autônomos. 

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