Coluna | BRASILzão
Fábio Brito
O editor e jornalista Fábio Brito é responsável pela edição e publicação de centenas de títulos voltados às realidades do Brasil. Durante anos esteve à frente de selos editoriais importantes e renomados e no presente momento impulsiona, através de consultorias específicas nas áreas editorial e cultural, os selos Bela Vista Cultural e FabioAvilaArtes. A coluna Brasilzão, inicialmente através do Jornal Correio do Sul, de Varginha, foi iniciada em 11 de julho de 2004 e tem contado com a importante parceria do Varginha Online na disponibilização de vivências de Fábio Brito por todo o Território Nacional e por países por onde perambula em suas andanças.
Há muitos anos atrás: 7 de outubro de 2020
09/10/2020

Estávamos em uma quarta-feira, o calor era insuportável.

Ano bizarro...

Tempos consumidos pela (falsa?) pandemia COVID-19 que permitia, através de atitudes perniciosas, o abuso de poucas autoridades de vários países para que suas populações estivessem à mercê do "comando maior" que buscava estabelecer o poderio de uma classe que desejava ser dirigente da espécie animal humana que habitava o Planeta Terra.

As crianças estavam aniquiladas por amaldiçoadas correntes político-infernais fantasiadas de esquerda-rubro-salvadora do Planeta e Protetora da Humanidade.

A economia, em frangalhos, as escolas vazias e os pequenos estudantes relegados à ignorância latente e intencionalmente provocada por ignóbeis seres que pretendiam "bestificar" e "bestializar" a maioria dos representantes da Raça Humana.

A temperatura oscilava entre 18 e 30 graus celsius.

As pessoas, mascaradas, submersas em suas paúras, imersas em seus medos e anseios, se encontravam escravizadas em uma inusitada submissão à "Vozes Superiores" que buscavam traçar o destino desta manada inconsciente e pronta a seguir cumprindo a maldição de ordens impostas aos acovardados.

Quem eram essas pessoas?

Esses pretensos mandatários, seres monstruosos que estavam atuando em prol da "bestialização" coletiva?

Eram lobos vestidos de cordeiro; homens e mulheres amaldiçoados, emissários da desonestidade ao criarem a esdrúxula situação que poderia entediar até o próprio demônio: o confinamento, o uso ostensivo de máscaras e o pânico generalizado.

Esses lobos, disfarçados de políticos e de protetores dos comuns mortais, estavam contribuindo para o desvio de recursos públicos na compra de equipamentos duvidosos provenientes de nações poderosas que desejavam ocupar o território tupiniquim.

Embora eleitos pelo povo, os representantes agiam contra a população. Eram sagazes, mordazes, maldosos, desonestos e se intitulavam "políticos".

Diz o ditado que "cada povo tem o governo que merece"...

No Brasil eram, ao todo, 27 Unidades Federativas representadas em sua maioria por gangsters que perseguiam a linha do poderio a qualquer preço e, para tal, quanto mais inculta, deseducada e medrosa fosse a população, mais fácil seria tê-los submissos pelo cabresto.

Pobre Brasil, uma Nação ainda sem futuro, pois não houve uma reviravolta que permita que a educação esteja como prioridade máxima de seus governantes.

Estamos no dia 7 de outubro de 2120. Foi a cem anos passados...

Utopia pura, não é mesmo?  

É tarde demais...

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