Coluna | Viver Consciente
Willes S. Geaquinto
Psicoterapeuta Holístico, Consultor e Palestrante Motivacional, Escritor - Autor dos livros "Cidadania, O Direito de Ser Feliz” e Autoestima – Afetividade e Transformação Existencial

Interatividade: Os textos desta coluna expressam apenas a opinião do autor sobre os assuntos tratados, caso o leitor discorde de algum ponto ou, até mesmo, queira propor algum tema para futura reflexão, fique a vontade para comentar ou fazer a sua sugestão.

Site: www.viverconsciente.com.br
Informação e seletividade
25/07/2006
Uma boa definição de informação é a de que: “Informação é o conhecimento que necessitamos para tomar decisões corretas”. Aprofundando um pouco mais essa definição e focando-a no âmbito existencial, podemos compreendê-la também como “o conhecimento útil para aprimorar a qualidade de vida”. Então, partindo destas duas premissas um tanto quanto assemelhadas, podemos concluir que muito do que chamamos de informação, por primar pela superficialidade ou inutilidade propriamente dito, é, na maioria das vezes, pseudo-informação e serve apenas como autodistração ou para poluir a mente.

O articulista da Revista Planeta, Carlos Cardoso Aveline, ao analisar o indivíduo diante do excesso de informações de baixa qualidade nos dias de hoje, diz o seguinte: “A mente humana é um ecossistema amplo e complexo como o mundo. Do mesmo modo que as paisagens naturais do mundo físico, a mente necessita de paz e equilíbrio em seus fluxos energéticos. O excesso de informação esmaga a consciência interior e funciona como um hipnotismo que tolhe a autonomia pessoal. Surge então a ansiedade de informação. A pessoa sente que precisa saber de tudo e acompanhar todos os acontecimentos externos, porque está momentaneamente desligada do seu centro interior de paz. Em compensação, o indivíduo consciente percebe que as informações decisivas para sua qualidade de vida, salvo raras exceções, não são novidades de última hora. Ele reúne informação na medida certa para tomar decisões corretas. Não se coloca na vida como mero espectador, mas como diretor e ator”.

Percebam então que, intencional ou não, é inegável a existência de um sistema em que a desinformação é determinante da alienação cada vez mais profunda dos indivíduos. Daí a necessidade de sermos cada vez mais seletivos em relação a tudo o que nos chega a título de informação, pois, sem ser seletiva, a maioria das pessoas vive à margem do conhecimento, alimentando-se apenas daquela informação que é do interesse de setores que lucram de alguma forma com a sua ignorância.

Essa chamada á seletividade é, na verdade, um convite para o uso mais apropriado dos mecanismos mentais que cada um tem a partir da sua inteligência. Posto que, sem dúvida alguma, quanto mais você aprimorar essa habilidade seletiva, mais positivo será o acúmulo de conhecimento e o seu equilíbrio interior, elementos necessários para realizar suas aspirações maiores e mais edificantes em prol de si mesmo e da humanidade que, como se sabe, caminha ao seu lado.

Boa Reflexão para você.

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