Coluna | Viver Consciente
Willes S. Geaquinto
Psicoterapeuta Holístico, Consultor e Palestrante Motivacional, Escritor - Autor dos livros "Cidadania, O Direito de Ser Feliz” e Autoestima – Afetividade e Transformação Existencial

Interatividade: Os textos desta coluna expressam apenas a opinião do autor sobre os assuntos tratados, caso o leitor discorde de algum ponto ou, até mesmo, queira propor algum tema para futura reflexão, fique a vontade para comentar ou fazer a sua sugestão.

Site: www.viverconsciente.com.br
E por falar em mediocridade...
10/07/2006
Sei que algumas pessoas, além de não concordarem com alguns pontos de vista por mim externados, também não se sentem confortáveis com certas análises que faço. Acho interessante isso, em primeiro lugar porque, de algum modo, elas são levadas à reflexão, segundo, porque não possuo a pretensão de obter unanimidade. Então, por saber que nem sempre é possível agradar aos outros sem desagradar a si próprio, eu prefiro me sentir bem comigo mesmo e ser o mais transparente possível nas minhas opiniões, até porque, muito do que falo ou escrevo está de acordo com meus valores e com tudo quanto tenho aprendido nessa minha rota evolutiva.

Houve um tempo em minha vida que ouvi pessoas dizerem: “se você atingir a média dê-se por satisfeito, pois a vida é muito difícil de ser vivida, o sucesso é para poucos...”. E passei muitos anos acreditando nisso, “correndo atrás” da tal da média, convencido que isso seria o máximo para mim. Então, mesmo com muitos percalços, aprendi mais da vida e dos seus desafios, descobrindo inúmeras capacidades que, com dedicação e afinco, pude trazê-las à tona e fazê-las vigorar em minha vida para ir além de tudo quanto me limitava. Foi aí que percebi que atingir a média não era lá essas coisas, pois, justamente nesse ponto é que as pessoas acabavam ficando todas iguais, escravas da mesmice e do medo de ir além.

Compreendi que não havia muito mérito em estar na média porque que essa posição existencial me confinava a um limite, como se eu fosse competente para ir só até o meio, nunca avançar além, crescer mais, ou seja, chegar até a média era apenas ser medíocre, acomodar-me a algumas conquistas, principalmente de cunho material, e seguir acomodado como quem já tivesse vencido na vida, encontrado o “ouro de tolo”. A partir daí, rompi os grilhões entrei numas de que: “eu tenho uma porção de coisas grandes para fazer e não posso ficar aí parado!...”, como já dizia com muita sabedoria meu amigo Raul Seixas, numa canção que vocês conhecem.

Detonei da minha mente aquela jurássica sentença que ainda norteia a vida de muitas pessoas: “a gente tem de correr atrás”. Resolvi correr junto, não descolar dos meus sonhos. Para meu espanto entendi o obvio: pra frente é que se anda e pra cima é que se voa. E sendo assim, a lição é que não devemos nos conformar a regras, rotinas e conceitos que alimentem a mediocridade, nos impedindo vôos mais altos e condizentes com os dons e potencialidades que todos temos para evoluir e gozar melhor a vida.

Boa Reflexão para você.

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